A administração pública de Trairi (sic) não tem nenhuma referência no quesito turismo. Se você fizer uma rápida pesquisa no centro e no perímetro litorâneo de Fortaleza vai descobrir que ninguém conhece Trairi e poucos tem Flecheiras como referência desta porção do litoral oeste.
A última descoberta foi revelada por uma graduada (sic) funcionária da Saúde. O motivo de tudo isso é porque a prefeita trabalha demais e não quer mostrar, dar publicidade ao seu trabalho.
Com a palavra, os senhores eleitores!
sábado, 7 de novembro de 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Viajar para experimentar novos sabores
Conheça a
importância da alimentação e da hospedagem na segunda
matéria em homenagem ao Dia Mundial do Turismo, comemorado no dia
27
Gastronomia
é um dos grandes atrativos do turismo brasileiro.
A
gastronomia e os meios de hospedagem são dois grandes pilares do
turismo brasileiro - e correspondem a cerca de 60% da força de
trabalho do setor, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada (IPEA). Na última década, a
valorização da culinária regional fez surgir centenas
de festivais gastronômicos pelo país e criou um novo nicho de
mercado: o turismo gastronômico. Da mesma forma, o avanço do
número de turistas pelo país - foram mais de 200
milhões de viagens no ano passado - multiplicou os meios de
hospedagem.
A economista Fernanda de Barros, de 36 anos, costuma dizer que viagem perfeita só acontece quando "se hospeda bem e come melhor ainda". Na sala de casa, em um painel de cortiça, fixa as fotos dos pratos que experimentou com alfinetes coloridos. Em outro painel, no quarto, estampa imagens dos resorts e pousadas que já experimentou. “Sempre procuro destinos que, além de seus atrativos, possam me oferecer um meio de hospedagem sob medida e opções de alimentação que me permitam conhecer um pouco mais do Brasil”, disse. "São os serviços mais importantes para quem viaja", afirma.
Os grandes números do turismo mostram como os segmentos de alimentação e hotelaria evoluíram na última década. O faturamento do setor de alimentação, por exemplo, mais que dobrou nos últimos seis anos: passou de R$ 76 bilhões em 2009 para R$ 153 bilhões até meados deste ano, de acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). As despesas com alimentação estão atrás apenas do transporte - e compõe uma parcela abastada da composição dos gastos dos viajantes, de acordo com o Ministério do Turismo. Em pesquisa realizada pelo ministério durante a Copa do Mundo, a gastronomia foi avaliada positivamente por 93,2% dos estrangeiros entrevistados. Os bares e restaurantes , por sua vez, são responsáveis por cerca de 1,5 milhão de empregos formais, de acordo com a Abrasel.
Os meios de hospedagem também acumulam grandes conquistas ao longo dos últimos anos. Além de receber investimentos cada vez mais volumosos: eram R$ 6,6 bilhões há cinco anos e hoje está em R$ 13,38 bilhões, o segmento gera cerca de 400 mil empregos diretos e 1,5 milhão de ocupações indiretas, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH). Com o foco em habitações de médio conforto, o segmento cresceu em média 7,5% ao ano na última década, de acordo com o presidente da ABIH nacional, Nerleo Caus. Entre as grandes bandeiras do segmento estão a ampliação do parque hoteleiro no país e a regulamentação do trabalho de curta duração, de acordo com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), entidade que representa o setor.
A economista Fernanda de Barros, de 36 anos, costuma dizer que viagem perfeita só acontece quando "se hospeda bem e come melhor ainda". Na sala de casa, em um painel de cortiça, fixa as fotos dos pratos que experimentou com alfinetes coloridos. Em outro painel, no quarto, estampa imagens dos resorts e pousadas que já experimentou. “Sempre procuro destinos que, além de seus atrativos, possam me oferecer um meio de hospedagem sob medida e opções de alimentação que me permitam conhecer um pouco mais do Brasil”, disse. "São os serviços mais importantes para quem viaja", afirma.
Os grandes números do turismo mostram como os segmentos de alimentação e hotelaria evoluíram na última década. O faturamento do setor de alimentação, por exemplo, mais que dobrou nos últimos seis anos: passou de R$ 76 bilhões em 2009 para R$ 153 bilhões até meados deste ano, de acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). As despesas com alimentação estão atrás apenas do transporte - e compõe uma parcela abastada da composição dos gastos dos viajantes, de acordo com o Ministério do Turismo. Em pesquisa realizada pelo ministério durante a Copa do Mundo, a gastronomia foi avaliada positivamente por 93,2% dos estrangeiros entrevistados. Os bares e restaurantes , por sua vez, são responsáveis por cerca de 1,5 milhão de empregos formais, de acordo com a Abrasel.
Os meios de hospedagem também acumulam grandes conquistas ao longo dos últimos anos. Além de receber investimentos cada vez mais volumosos: eram R$ 6,6 bilhões há cinco anos e hoje está em R$ 13,38 bilhões, o segmento gera cerca de 400 mil empregos diretos e 1,5 milhão de ocupações indiretas, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH). Com o foco em habitações de médio conforto, o segmento cresceu em média 7,5% ao ano na última década, de acordo com o presidente da ABIH nacional, Nerleo Caus. Entre as grandes bandeiras do segmento estão a ampliação do parque hoteleiro no país e a regulamentação do trabalho de curta duração, de acordo com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), entidade que representa o setor.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Municípios turísticos brasileiros são agrupados em cinco categorias
O
Ministério do Turismo (MTur) adotou uma nova metodologia para
categorizar os municípios brasileiros. A partir de quatro
variáveis de desempenho econômico: número de empregos,
de estabelecimentos formais no setor de hospedagem, estimativas de fluxo de
turistas domésticos e internacionais, os 3.345 municípios do
Mapa
do Turismo Brasileiro foram agrupados em cinco categorias,
de A até E.
A
categorização, como é chamada, atende à
necessidade do MTur de aprimorar os critérios para definir
políticas públicas para o setor e criar um instrumento capaz
de subsidiar, de forma objetiva, a tomada de decisões de acordo com
o desempenho da economia do turismo de cada localidade.
“A ferramenta oferece elementos para aprimorar a
gestão do turismo; ajuda a otimizar a distribuição de
recursos e promover o desenvolvimento do setor. A intenção
não é hierarquizar os municípios, mas sim
agrupá-los de forma que possamos traçar parâmetros para
atendimento a diferentes necessidades”, disse o ministro do Turismo,
Henrique Eduardo Alves. A categorização contempla as 303
regiões turísticas inseridas no Mapa do Turismo
Brasileiro.
A
categoria A, que representa os municípios com maior fluxo
turístico e maior número de empregos e estabelecimentos no
setor de hospedagem, tem 51 municípios, incluindo as 27 capitais
brasileiras. Este agrupamento concentra destinos turísticos
tradicionais de nove estados brasileiros como Porto Seguro (BA), Ipojuca
(Porto de Galinhas/PE), Armação de Búzios (RJ), Campos
do Jordão (SP), Guarapari (ES), Balneário Camboriú
(SC), Foz do Iguaçu (PR), Gramado (RS) e Caldas Novas (GO). O grupo
responde por 47% da estimativa de fluxo turístico doméstico
do Brasil e 82% do internacional.
O
grupo B tem 167 municípios, o equivalente a 5% das cidades
categorizadas pelo Ministério do Turismo. São destinos
turísticos de 20 estados, com participação expressiva
de localidades das regiões Sudeste, Nordeste e Sul. Juntos os
grupos A e B, representados por 218 municípios, respondem por 68% do
fluxo doméstico brasileiro e 97% do internacional. Já o grupo
C, com 504 municípios, representa 15% do total avaliado. O maior
número de cidades do Mapa do Turismo, 2.623, ou 78% do conjunto
avaliado concentram-se nos grupos D e E, que reúne municípios
de menor fluxo de turistas e empregos formais no setor. A ideia é
que, conhecidas as características de cada grupo de
municípios, torna-se mais fácil proporcionar apoios adequados
a cada um deles.
O
processo de categorização, uma estratégia do Programa
de Regionalização do Turismo do MTur, teve sua metodologia
avaliada pelas secretarias estaduais e municipais de turismo e foi
reconhecida em diversas instâncias do poder público. A
Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado a
classificou como “essencial” para o aperfeiçoamento da
política de Estruturação dos Destinos
Turísticos. A Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas
da União (TCU) expressou sua aprovação à
ferramenta, desenvolvida por técnicos do Ministério do
Turismo.
O
Mapa do Turismo Brasileiro - É o instrumento que orienta a
atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento
das políticas públicas do turismo e define a área - o
recorte territorial - que deve ser trabalhada prioritariamente. O mapa
é atualizado periodicamente e sua última versão, de
2013, conta com 3.345 municípios, divididos em 303 regiões
turísticas.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
A importância da imagem para a divulgação do destino turístico
Comemorado dia 19 de agosto, o Dia Mundial
da Fotografia homenageia os milhares de turistas que registram cada detalhe
de sua viagem
A imagem é um dos principais insumos para a venda dos destinos turísticos no Brasil. São as fotos de catálogos e guias de viagem, divulgadas em redes sociais e sites especializados que encantam o turista e o fazem visitar o extenso litoral brasileiro, conhecer as manifestações artísticas e o patrimônio cultural do país.Nesta quarta-feira (19), Dia Mundial da Fotografia, o Ministério do Turismo (MTur) parabeniza os milhões de viajantes que percorrem o país com suas câmeras digitais e celulares à tiracolo registrando - e divulgando - o patrimônio natural do Brasil. Para ajudar nesta tarefa, um dos mais renomados fotógrafos de natureza, Araquém Alcântara, primeiro a documentar os parques nacionais e autor de mais de 47 livros, entre eles, "Terra Brasil", dá a dica: "o principal é estudar o ambiente que se deseja fotografar, ficar em silêncio e ter muita paciência ", disse.
O fotógrafo Flávio Veloso, que já estampou publicações nacionais e internacionais com imagens de paraísos brasileiros, diz que a melhor forma de “vender” um destino para alguém é por meio da fotografia. “Ela desperta o interesse do espectador e faz com que ele busque conhecer mais sobre aquele lugar”.Para divulgar os destinos, o MTur mantém um perfil colaborativo no Instagram com mais de 33 mil seguidores e um banco de imagens com quase quatro mil fotos publicadas. Uma pesquisa feita pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) mostra que as buscas de informações e imagens para internet superaram o boca a boca e a opinião de parentes e amigos desde 2013.
A imagem é um dos principais insumos para a venda dos destinos turísticos no Brasil. São as fotos de catálogos e guias de viagem, divulgadas em redes sociais e sites especializados que encantam o turista e o fazem visitar o extenso litoral brasileiro, conhecer as manifestações artísticas e o patrimônio cultural do país.Nesta quarta-feira (19), Dia Mundial da Fotografia, o Ministério do Turismo (MTur) parabeniza os milhões de viajantes que percorrem o país com suas câmeras digitais e celulares à tiracolo registrando - e divulgando - o patrimônio natural do Brasil. Para ajudar nesta tarefa, um dos mais renomados fotógrafos de natureza, Araquém Alcântara, primeiro a documentar os parques nacionais e autor de mais de 47 livros, entre eles, "Terra Brasil", dá a dica: "o principal é estudar o ambiente que se deseja fotografar, ficar em silêncio e ter muita paciência ", disse.
O fotógrafo Flávio Veloso, que já estampou publicações nacionais e internacionais com imagens de paraísos brasileiros, diz que a melhor forma de “vender” um destino para alguém é por meio da fotografia. “Ela desperta o interesse do espectador e faz com que ele busque conhecer mais sobre aquele lugar”.Para divulgar os destinos, o MTur mantém um perfil colaborativo no Instagram com mais de 33 mil seguidores e um banco de imagens com quase quatro mil fotos publicadas. Uma pesquisa feita pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) mostra que as buscas de informações e imagens para internet superaram o boca a boca e a opinião de parentes e amigos desde 2013.
Para
fotografar em viagens:
• Para dar mais harmonia à composição da
foto, imagine duas linhas horizontais dividindo o que se vê no visor
e duas linhas verticais, como um jogo da velha. Evite colocar os objetos ou
pessoas no centro da imagem. Busque explorar novos ângulos,
não fique estático.
• Movimente-se para achar uma posição diferente que valorize a imagem e preste atenção à luz do dia. Evite colocar o objeto entre o sol e a câmera, a menos que queira a silhueta da pessoa e use o flash quando o sol gerar sombras fortes, para preencher o rosto da pessoa.
• Movimente-se para achar uma posição diferente que valorize a imagem e preste atenção à luz do dia. Evite colocar o objeto entre o sol e a câmera, a menos que queira a silhueta da pessoa e use o flash quando o sol gerar sombras fortes, para preencher o rosto da pessoa.
Como entender o significado do número das estradas brasileiras
![]() |
| Algarismos que formam o nome das rodovias federais ajudam na localização dos viajantes |
Com mais de 210 mil quilômetros de estradas pavimentadas e outros 1,3 milhão de não pavimentadas, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o Brasil tem diversas opções para os amantes das viagens sobre duas ou quatro rodas. Muitos não sabem, mas para não se perder neste emaranhado de caminhos que atravessam todas as regiões do país, o nome da estrada representa uma informação valiosa sobre o posicionamento do viajante no território nacional.
As “BRs” são as vias federais. O nome delas sempre vem acompanhado de mais três algarismos. O primeiro indica o tipo da rodovia e os dois seguintes definem a posição, a partir da orientação da estrada em relação à capital federal, Brasília, e aos limites norte, sul, leste e oeste. Assim, um viajante que trafega pela BR-101 sabe, automaticamente, que está em uma rodovia longitudinal (que cruza o país de norte a sul) – indicado pelo primeiro algarismo, 1 – e que está no ponto mais ao leste de Brasília indicado pelos dois números seguintes, 01.
O raciocínio funciona assim: as estradas que começam com o algarismo 0, como por exemplo a BR 040, são as que ligam Brasília ao interior do país (rodovias radiais) desenhando um círculo ao redor da capital federal. A numeração dessas rodovias varia no sentido horário. Já as estradas que começam com o algarismo 1 são as longitudinais. Entre essas vias, as que terminam com números entre 01 e 49 estão, em ordem crescente do litoral para o interior, a leste de Brasília enquanto de 51 a 99 estão a oeste da capital federal.
Há ainda as rodovias que cruzam o país em linhas horizontais (transversais), cujo primeiro algarismo é 2, como por exemplo, BR-230, BR 262 e BR 290. A lógica para os demais números é semelhante ao das rodovias longitudinais. O número de uma estrada transversal é 00 e 49, se a rodovia estiver ao norte da Capital, e entre 50 e 99, se estiver ao sul, em função da distância da rodovia ao paralelo de Brasília.
Outro tipo de rodovias são as diagonais, que começam pelo algarismo 3, como por exemplo BR-304, BR-324 e BR-364. Elas podem ser de dois tipos: orientadas na direção Nordeste para Sudoeste ou no sentido Noroeste para Sudeste. No primeiro caso, os dois números finais da rodovia variam, segundo números pares, de 00, no extremo Nordeste do país, a 50, em Brasília e de e de 50 a 98, no extremo Sudoeste.
Já no caso das diagonais orientadas na direção geral NE-SO a numeração varia, segundo números ímpares, de 01, no extremo noroeste do país, a 51, em Brasília, e de 51 a 99, no extremo Sudeste. Por fim, as rodovias de ligação iniciam pelo algarismo 4. Estas rodovias apresentam-se em qualquer direção, geralmente ligando rodovias federais, ou pelo menos uma rodovia federal a cidades ou pontos importantes ou ainda a fronteiras internacionais.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Rota das Emoções inclui Trairi
esteve presente no último dia 27 de junho na terceira edição do Salão de Turismo da Rota das Emoções, em Jericoacoara. A cadeia produtiva do turismo e representantes do setor público dos estados do Maranhão, Piauí e Ceará se encontraram para discutir novas estratégias e oportunidades que deem maior visibilidade à região, tanto no Brasil como no exterior. No evento, palestras, mesas redondas, mostra e comercialização de produtos, e rodadas de negócios com empresas do segmento, movimentaram cerca de R$ 1,5 milhões para os próximos 12 meses.
O Salão
de turismo deste ano de 2015 reuniu mais de 5 mil participantes entre
empresários e empreendedores do setor.
Visto
como modelo para outras regiões do país, o projeto vem sendo apresentado em
várias cidades. Aventura, praia e sol o ano inteiro estão em
um dos mais belos e tranquilos recantos do Brasil. A
proposta é ousada e maravilhosa, especialmente porque passa por vilas de
pescadores rústicas e compreende muita praia, buggy, comida
nordestina, rede, um monte de paisagens lindas – e absolutamente rústicas, já
que muito ainda não foi desbravado e boa parte da Rota é feita em off-road –
vários locais para a prática de esportes como kite-surf e muitas outras atrações.
Tudo isso e muito mais é o que Trairi oferece aos seus visitantes.
O Salão em Jericoacoara
O 3º
Salão Rota das Emoções contou ainda com 24 empresas na área de comercialização,
além de produtos de artesanato local. Outra atração foi a mostra “Passaporte do
Sabor” com a participação de 20 restaurantes. Aconteceram também rodadas de
negócios e apresentação de boas práticas com o tema “Excelência em Hotelaria”.
O
Salão tem como foco promover o turismo regional e discutir novas estratégias e
oportunidades para projetar este roteiro integrado, tanto no Brasil quanto no
exterior, buscando gerar maior visibilidade para os três estados envolvidos. Dentre
as atrações, destaque para a mesa redonda sobre turismo de aventura, que
abordou oportunidades, desafios e diferenciais competitivos.
O
roteiro integrado é resultado de um projeto pioneiro apresentado pelo
Ministério do Turismo, em 2005. Ele reúne atrativos relevantes para o turismo
nacional e internacional. Entre os resultados alcançados nos dez anos em que o
Sebrae atua nesse território estão a legalização de 80% dos negócios envolvidos
no projeto, a ampliação para sete dias da taxa média de permanência dos
turistas – mais que o dobro dos três dias registrados anteriormente e a geração
de recursos da ordem de R$ 219 milhões, a partir do fluxo turístico via
agências de viagem.
Publicação no Diário do Nordeste
MATÉRIA DE PÁGINA INTEIRA
PUBLICADA NA EDIÇÃO
DESTA QUINTA FEIRA – 16 DE JULHO DE 2015
NO JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE – CADERNO DE
TURISMO
Assinar:
Postagens (Atom)


